quarta-feira, 11 de agosto de 2010

BELEZA CELESTIAL


Embevecido por tua beleza,

embebido por teus encantos.

Fico tão soberbo desta realeza,

que já te envolvo nos meus cantos.


E se nela te envolvo,

tornando-te minha musa.

Antigos sonhos e pensamentos revolvo,

que há tempos em mente reclusa.


Coberta de belas flores siderais,

estrelas luminosas cadentes.

És das imaginações naturais,

o princípio e a alegria nascente.

Aparecido Januário










HISTORINHAS EM QUADRINHOS SOBRE BARACK OBAMA

PUBLICADO NO JORNAL BRAZILIAN PRESS- ESTADOS UNIDOS- POR : ELEN VIANA
25.02.2009-
http://brazilianpress.locaweb.com.br/20090225/colunas/kids.htm
Elen Viana

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Doen.Ti



Lamecho exacerbado a esta dor
D´onde meu coração assaz lancetado
Esganiça-se à sangria do dissabor
Das saudades por não estar ao seu lado
Quimeras perniciosas, escárnio e mau grado

Sussurro aos gemidos suspirantes
Por tua presença cândida doirada
Perco-me em mia treva delirante
Salutando o vício por mi´Amada
És o antídoto, meu mimo apaziguante

Uma doença fatídica aprofunda-me na saudade
Culminando um´ardilosa ardência febril
Torniquete merencório de tu´ausência, é frialdade
Algoz a vergastar este meu corpo viril
Retorno ao pó sem tua presença feminil

Oh, Amadinha, meus dias são tão sôfregos
Gris nuvens pálidas a tomarem o meu cerne
Meus pensamentos permanecem noctâmbulos
Sem tu, sou infinitude gélida; sou doente
Noss´Amor transcende à estratosfera cerúlea e aos anos


Tiago Calegari


domingo, 8 de agosto de 2010

PARA SER UM EMPRESÁRIO BEM SUCEDIDO É PRECISO ENTENDER DA ARTE!


PUBLICADO NO JORNAL BRAZILIAN PRESS- ESTADOS UNIDOS
Notícias . Local - Newark
07.07.2010
Por Elen Viana

Caros amigos: Venho-vos falar do grande valor que todo empresário precisa ter para ser bem sucedido. A preceito, ele precisa entender da arte! Arte esta, da habilidade e da boa conduta. Não existe magia nem faculdade para aprendê-la; mas o amor, este, paternal.
O empresário é visto como “Pai da criação”; aquele que doou seu embrião precioso para que houvesse vida. Que acompanhou pessoalmente seu nascimento e desenvolvimento; lembrando sempre que todo aquele empreendimento, a princípio, nasceu da imaginação fatídica das noites de insônia.
Para explanar melhor, quero focar um grande homem, lembrando a todos que estou citando o “Empresário Pai”, aquele que acompanha o caminhar e desenrolar da sua empresa, seu estabelecimento; que tem prazer em ouvir seus funcionários, ou seja, seus filhos, frutos das muitas noites de insônia. Não me é necessário citar seu nome, mesmo porque ele trabalha em silêncio, para não dar alarde e acordar os lobos a fim de surripiar suas ovelhas.
Tenho acompanhado pessoalmente a vida cotidiana de um empresário; tempo este, suficiente para entender que para se tornar um empreendedor é necessário fazer da vida profissional uma arte!
Os sapatos de cromo alemão e que tarjam seu nome; bem como seus ternos de grife e o inseparável perfume importado, não o afasta nem o intimida junto aos funcionários da sua empresa, pelo contrário; diariamente, visita a cada seção, parando sempre para dialogar com todos, escutando suas queixas e trocando informações, terminando sempre a conversa com um firme aperto de mãos. As mesmas mãos que cumprimentam o jardineiro, o tecelão e o faxineiro, são as mesmas que saúdam os executivos da empresa.
Escutei várias histórias contadas diretamente pelos funcionários, citando-o como a um “Pai” nas horas de necessidade. Pai que escuta e que não vira as costas para o problema, mas que busca soluções juntamente com seus filhos, interagindo-os a medida do possível.Notei que a cada visita as seções, alguns funcionários tinham o prazer de contar-lhes inclusive sobre suas famílias, fins de semana, ou o jogo de futebol.Então comecei a entender qual era a arte que ele dominou para que conseguisse permanecer firme em meio as intempéries do dia a dia.Entendi também que os “Pais” da indústria que deixaram seus “filhos órfãos “, ou seja, desempregados, desatinados e falidos , não souberam ser pais firmes e constantes em meio as revoluções tecnológicas, e para se safarem do perjúrio,culpam o governo, as grandes empresas estrangeiras ou a queda da moeda...Não ouso falar aqui dos filhos, sobrinhos e netos, pois a árvore que dá frutos, independente dos frutos serem amargos ou doces, serão úteis nem que for aos pássaros; mas a árvore que não consegue dar sequer sementes, esta, tem que ser queimada e lançada fora, pois suas raízes cravarão a terra impedindo-a para uma nova plantação.
Oxalá, todos os empresários, políticos, em suma, homens que estão no poder, e que deles deveriam vir total autonomia, deixassem de serem padrastos e passassem a assumir seu papel de “Pai”, fazendo uma introspecção sobre o poder que a arte tem em desmistificar corte de funcionários com alegação de falta de verbas, ou jantares solidários para encobrir contas mal programadas e outras coisitas mais, que não caberiam aqui se eu as quisesse numerá-las, mas que com a arte do amor, da disciplina e da boa conduta, poderiam mudar o Brasil.

Elen Viana
elen.alves.viana@gmail.com

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Assim é a dor. . . Assim é o AMOR!




É uma sangria malevolente
A exaurir este meu corpo sequioso

Da dor e merencória,
So´alma servente

Quantas lidas a vida tece
Testando nossas gotas sanguino.lentas
Crueldade qu´as lamúrias apetece
Morte perniciosa e pestilenta
Rubro líquido que m´enlouquece

É um sanguechuva nímio demente
Qu´ao invisível poder-se-á ater

Acre visco balsâmico
Fagulhas de mi´alma descrente

Por quanto (sub)sobre.vivemos reles
Com quantas dores a vida s´apresenta?
É o lamento do negrum´eclipse que sede?
Ou uma ordem desordenada que s´excrementa?
Um lacrimarium que surpreende

É um território benevolente
A irrigar meu peit´em tumidez

Este sim é o Amor sincero
Maestro d´uma sinfonia potente

Entre teses e infinitudes testes
O Amor em mim não lamenta
Por vezes incita, lancina, corta; mas não fere
É o mais dúctil elixir d´alma ternurenta
O mais prístino ardor doado, a que se prospere


Caus´aturdimento envolvente
Faz-me seu devoto prestimoso

Rompendo as chagas
Reverberand´o Elo.quente


Entre as linhas de nossas almas férteis
Ao corpo fundido qu´alimenta
Ultrapassamos a matemática d´Arquimedes
Multiplicando a luz que nos sustenta
É assim que transcenderemos a distância célere

Tiago Calegari



domingo, 1 de agosto de 2010

O MOMENTO


Os olhos entrecortados por sorrisos .Os sorrisos estampados nos lábios umedecidos .As faces róseas lembrando uma paisagem em flor .São reflexos das pessoas no cotidiano de uma cidade .O anoitecer é marcado pelo brilho do luar .O luar marcando os corpos no espaço , no espaço demarcado pelas paredes e edifícios , em um cruzar de ruas e avenidas .O instante vago se prolonga ao sinal da partida .Pessoas no vai-e-vem bucólico se entrelaçam , se encontram se rebatem , em um encontro quase que totalmente marcado , como se o próprio tempo determinasse este encontro . O momento é o instante .O momento é o grande senhor dos fatos e acontecimentos .O momento é o agora .O momento é o estar aqui é produzir , é encontrar pessoas .O momento é o balbuciar de vozes de sons palavras .O momento é o que fazemos .Este é o momento ...

LUIZ BOSQUIERO

luizfco42@hotmail.com

LOUCURA DOS CORPOS


Corpos se abraçam

Se entrelaçam

Se aquecem

Mas não obedecem....agem sismicamente

Contra os princípios da mente.

Houve Pudor ? – Não! Mas foi em nome do amor!

Dignidade ? –Não! Mas não houve maldade....

Precaução ? –Claro que não! Tudo em nome do tesão!

casamento ? – Que importa ?É melhor viver o momento...

Aliás foram dois corpos ... que se abraçaram... que se entrelaçaram, que se desejaram...

ELEN VIANA