segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Assim é a dor. . . Assim é o AMOR!




É uma sangria malevolente
A exaurir este meu corpo sequioso

Da dor e merencória,
So´alma servente

Quantas lidas a vida tece
Testando nossas gotas sanguino.lentas
Crueldade qu´as lamúrias apetece
Morte perniciosa e pestilenta
Rubro líquido que m´enlouquece

É um sanguechuva nímio demente
Qu´ao invisível poder-se-á ater

Acre visco balsâmico
Fagulhas de mi´alma descrente

Por quanto (sub)sobre.vivemos reles
Com quantas dores a vida s´apresenta?
É o lamento do negrum´eclipse que sede?
Ou uma ordem desordenada que s´excrementa?
Um lacrimarium que surpreende

É um território benevolente
A irrigar meu peit´em tumidez

Este sim é o Amor sincero
Maestro d´uma sinfonia potente

Entre teses e infinitudes testes
O Amor em mim não lamenta
Por vezes incita, lancina, corta; mas não fere
É o mais dúctil elixir d´alma ternurenta
O mais prístino ardor doado, a que se prospere


Caus´aturdimento envolvente
Faz-me seu devoto prestimoso

Rompendo as chagas
Reverberand´o Elo.quente


Entre as linhas de nossas almas férteis
Ao corpo fundido qu´alimenta
Ultrapassamos a matemática d´Arquimedes
Multiplicando a luz que nos sustenta
É assim que transcenderemos a distância célere

Tiago Calegari



4 comentários:

CAFÉ, POESIA & CIA... disse...

teste

PaRaBoLiKa disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Anônimo disse...

lindo,perfeito quando começo a ler suas criações deliro e me perco no tempo,seus contos e poesias são muito envolventes simplesmente adoro tudo o que vc cria...
beijus amiga.....

grazielle disse...

lindo,perfeito quando começo a ler suas criações deliro e me perco no tempo,seus contos e poesias são muito envolventes simplesmente adoro tudo o que vc cria...
beijus amiga.....